quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A alegria é a melhor coisa que existe...

De tudo ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento







Pessoa, emprestei o soneto do Poetinha para compartilhar com você o momento lindo (bem Roberto Carlos isso, né?) vivido pela querida Gabi e seu Ricardo.

A beleza deste encontro emocionante foi registrada pelo olhar da doce Luana Serena.
Ela conseguiu fisgar toda a ternuna que pairava no ar com as lentes de uma câmara. A menina tem talento e mais que isso, sensibilidade.



Na foto de cima, Luana e o seu Diogo com os noivos. Abaixo, meu Juju e eu, com uma cara de chuchu....

A vida é também alegre. Doce... a vida é isso!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Saudades do Evilázio



Foto no jornal


Tem brincadeiras que não devemos fazer e coisas que não devemos dizer. Estávamos no caminho para Campo Verde, para cobrir o assalto ao Banco do Brasil. O motorista era o “Seu Valdomiro” – o Valdô (ô mania de pôr apelido nos outros) e ele fez uma ultrapassagem meio estranha. Foi o que bastou para o Evilázio e eu ficarmos desesperados enchendo a cabeça do coitado do Seu Valdô.

Muito mórbida, eu disse: “Se a gente morrer, só o Evilázio vira notícia no jornal. Eu não rendo nem box.”

Lembro-me dele olhando para o banco de trás e dizendo, com aquele jeito gaiato: “Eu saio com foto e tudo”. Parece que estou vendo ele, lá de cima, dizendo: “Viu, gorda, eu saí”.

Queria te ver no jornal sim, mas como vi na exposição de fotos da Exposul, fazendo sucesso. Te ver no jornal assim dói tanto!

Saudades do Evilázio

Maracujás e outras frutas
Outra boa do Vivi foi quando ele usou toda a versatilidade da bolsa de sua máquina fotográfica. Era inauguração do abatedouro de ovinos da Estância Celeiro. Dessa vez, era eu quem estava toda lamuriosa porque no local eles matam carneirinhos (e ovelhinhas, esses bichos tão fofos). Mas, vamos lá. Trabalho é trabalho, né? Então... mas pode ser diversão também. Quando se trabalha com o Vivi, é certeza! A decoração estava super bacana, toda ao estilo do campo.

Pois bem, quando entramos no carro, fala daqui, fala dali, o Evilázio, muito gaiato, mostra que os maracujás da decoração estavam estrategicamente armazenados ao lado da câmera. “Tava lá. Eu peguei”.

Como eu aprendo mais ou menos rápido, não demorou muito para eu também contribuir com o lanche da redação. Era uma pauta sobre o cultivo da banana. Pergunta pra cá, pergunta pra lá... eu solto “Nós precisamos provar estas novas qualidades de banana”.

Pra alegria da galera, “Seu Silas” (o motorista tudo de bom), Vivi e eu voltamos para a redação com banana pra todo mundo.
Falando em comida, lembrei que além de excelente fotógrafo, o Evilázio ainda mandava bem na cozinha. Vira e mexe ele aparecia com bolo (não era de caixinha) e curau... Hum... Era aquele congestionamento na cozinha do jornal. Segundo ele, tudo feito pelo próprio. Não duvido.

Saudades do Evilázio

Vivi e o bichinho no asfalto
O “Véio” (eu também o chamava assim e ele me retrucava com “Oi, gorda”) também marcou com outras passagens hilárias. Uma vez, em uma de suas andanças de posse de sua máquina fotográfica, ele registrou a imagem de uma anta (ou paca, ou capivara, ou algo assim) morta à beira da pista. Pronto! Ele tinha uma pauta: a morte de animais silvestres nas rodovias. A tarefa ficou a cargo do super Thiago Itacaramby ( O Thiiii). Só que era uma pauta fria, ou seja, rolava um tempinho maior para apuração de dados, entrevistas e essas cositas mais que os jornalistas fazem pra contar as histórias pra você, caro leitor. Só que, enquanto a pauta não saía, chegava a ser melancólico (e por isso mais engraçado ainda) ver o Evilázio quase deitado em sua cadeira (ele também tinha um jeito especialmente displicente de avaliar suas fotos) olhando o bichinho morto. Olha daqui, olha dali. Outra foto. Novo enquadramento do bichinho. Olha mais um pouco. Balança a cabeça com a mão na boca. Já estávamos preocupados, achando que o Vivi estava apaixonado pela finada anta (ou paca, ou capivara, ou sei lá o quê) até que a matéria saiu.

Se não estou enganada, a bichinha morta no asfalto estampou a capa do DR. Anelize, me corrija se estiver enganada, Ok? Pronto? Pronto nada. Como o nosso amigo investigou mais a fundo, descobriu que não só as antas (ou pacas, capivaras e outros bichinhos) morrem nas estradas, mas também bois, vacas e cavalos,ou seja, animais de criação que por descuido dos donos acabam indo para as estradas. Além de expor os animais ao risco de morte, isso também provoca acidentes. E graves, muitas vezes. Por isso, uma das advertências da fonte policial consultada era de que os donos deviam cuidar de seus animais.

Esse foi um dos enfoques da matéria, que também falou sobre os animais silvestres. Mas aí diz Evilázio: “E quem é que é o dono das antas (pacas, capivaras, tatu, cotias...)? Vai reclamar com quem? Com Jesus Cristo?”

Saudades do Evilázio


Começa agora uma sessão Saudade. Quem conheceu essa figuraça que foi o Evilázio vai lembrar:

Vivi, queriiiido!


Não vou usar este espaço para dizer que o Evilázio é um grande fotógrafo. Isso é fato. Quem conhece sabe. Os que não conhecem, certamente já ouviram falar. Quero falar um pouquinho sobre o Evilázio. Simplesmente ele, com aquela mecha de cabelo sempre caindo displicentemente na testa, dando um ar de cantor de bolero ou algo do gênero.

Queria implicar com o Evilázio? Simples. Era só dizer “Nossa! Que foto linda. Parece até coisa do Sebastião Salgado”. Batata. Ele franzia a testa, fazia bico e começava a ralhar.

Ah, isso mesmo! Evilázio tinha essa coisa meio rabujenta sim... Era muito engraçado. Mas nada que um “Oi, Vivi, queriiiido” não resolvesse. Acabo de contar as linhas para ver se vai caber tudo o que quero escrever. Acho que vai. O que não der rende uma outra “sessão saudade”.

Bom, essa história do “Vivi, querido” é bem engraçada. Agora. Porque acho que na hora rendeu uma certa confusão. Uma manhã tinha que cobrir uma pauta (não me pergunte o que é, pois não lembro) e liguei para o celular dele. Nem bem a pessoa do outro lado atende eu disparo “Vivi, queriiiiido! Bom dia” e desandei falar sobre o assunto que teríamos que cobrir. Na primeira pausa que eu dei (ô mania de mais falar que ouvir) percebi que a voz de mulher do outro lado definitivamente não era a do “Vivi, queriiiiido”. Ops! Acho que causei uma confusão, claro que sem querer.

segunda-feira, 13 de julho de 2009


Às vezes bate uma saudade...
Acho que o bom da vida é isso...
É, por meio da memória,
Relembrar o doce sabor dos bons momentos vividos...
Só o que é verdadeiro deixa marcas...
Obrigada!

A culpa é do Zodíaco

Sempre botei banca de me assumir como sou... Sempre gostei da frase do Caetano: "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".

Hoje senti a dor... Sou Áries com ascendente em Touro - força e explosão. Não pensei que minha força e explosão pudessem fazer tanto estrago. Me enganei.

Vou mudar. Pelo menos vou tentar....

O duro é que minha lua é em Escorpião....

A culpa não é minha...